Inteligência Artificial para quem “não pode ter” um CRM

Depois de mais de 4 meses sem atualização, resolvi reformar o visual do site me policiar para voltar a publicar algum conteúdo interessante no blog.

E para retomar as publicações, gostaria de disponibilizar a monografia do meu TCC, entitulado “Fidelização de clientes usando Inteligência Artificial”.

De forma geral, a idéia é simples: imagine que uma empresa tem um site onde o cliente entra em contato, compra produtos, tem acesso a uma espécie de fórum, entre outros serviços. Como fazer para classificar os clientes que acessam o sistema e tomar ações baseados no perfil de cada um?

Foi basicamente esse o objetivo do meu TCC: traçar parâmetros para monitorar e classificar esses clientes, propondo ações para fidelizá-los.

Para isso, foi feita uma simulação do sistema em questão e um sistema paralelo que, usando técnicas de Inteligência Artificial (redes neurais de Kohonnen, para ser mais específico) , classificava os clientes e propunha ações a serem tomadas pela empresa para fidelizá-lo. O sistema foi feito em java e a eficácia alcançada foi acima de 95%!

Vale ressaltar que o “público-alvo” do sistema proposto são empresas que possuem um perfil para o qual o CRM não é adequado.

A monografia pode ser baixada aqui.

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Sites proibidos para !IE (não Internet Explorer)

Esses dias tive um problema em um cliente, que precisava acessar uma determinada página e o filtro de conteúdo de Internet não permitia. Fui ver do que se tratava, era o site de um órgão de classe muito sério, e com um outro problema igualmente sério: a página era acessada através da porta 87. Além disso, os menus não funcionavam no Firefox: os submenus apareciam, mas os cliques nos itens desse submenu não surtiam nenhum efeito.

Com a intenção de ajudar e ao mesmo tempo resolver o problema do cliente, mandei uma mensagem para a instituição, informando o erro e dizendo que o Firefox não abria o site, pelo fato de usar a porta 87 (o Firefox nem tenta acessar, ele bloqueia o acesso para prevenir algum tipo de fraude, comportamento perfeitamente correto).

Um dia depois recebi a resposta, com instruções para limpar o cache do navegador, excluir cookies, baixar o nível de segurança e todos aqueles procedimentos-padrão que sempre mandam. Mas um detalhe me chamou a atenção na mensagem, que copio a seguir:

Lembrando que a página do [O nome da instituição foi retirado] foi desenvolvida para ser aberta apenas em navegadores “Internet Explorer” (Versão 5.0 ou posterior). Não é possível acessar a partir de outros navegadores (Firefox, Opera, etc.)

Como assim ??? Então se eu uso linux e não tenho máquina virtual, emulador ou qualquer outra coisa não posso acessar o site ??? Que absurdo !!!

Já pensou um mecânico que só conserta carros do ano 2000 em diante? Médicos que só atendem pacientes com mais de 25 anos? Teclados de computador que só servem para quem é destro? Celulares que só funcionam na região central da cidade?

Existem alguns sites que realmente aparecem de forma incorreta no Firefox (porque a pessoa que fez não se deu o trabalho de testar em outro browser que não seja o IE), mas pelo menos funcionam. Se for um blog, um fórum, um site de notícias, tudo bem, dá pra ficar sem se a pessoa não gostar. Mas e no caso dessa instituição, que muuuitas pessoas precisam acessar?

Desenvolva seus layouts e sistemas de forma que seu público-alvo (pelo menos) possa acessar. Senão, não adianta muito você disponibilizar o que quer que seja através da Internet. Testar seu site ou aplicação em diferentes versões do IE e no Firefox é o mínimo que você deve fazer antes de colocar o seu trabalho no ar.

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Otimizando o uso de memória no Flex Builder

Quem usa o Flex Builder sabe que, depois de algumas horas (ou minutos!) de desenvolvimento, esse excelente IDE se torna um voraz devorador de memória. Dependendo das configurações do micro, o reinício da máquina passa a ser fundamental para que se possa continuar trabalhando.

Para aliviar essa situação, a KyrSoft desenvolveu um plugin para o Eclipse (ou para o Flex Builder, como preferir) que força o Garbage Collector a fazer uma limpeza na memória. Esse plugin aparece na barra de status indicando a quantidade de memória utilizada pelo programa, e tem um pequeno botão “GC”, que permite rodar o Garbage Collector quando se achar necessário. Abaixo pode-se ver essa barra de status:

Flex Garbage Collector

Para instalar é muito simples: no Flex Builder, vá até o menu Help – Software Updates – Find and Install … Marque a opção Search for new features to install e depois no botão New remote site … Adicione um nome qualquer para identificar esse site e na URL digite o seguinte: http://www.kyrsoft.com/updates/. Clique em Finnish e continue seguindo o wizard para concluir a instalação. Depois é só reiniciar o Flex Builder e você já poderá aliviar o uso de memória quando estiver trabalhando.

Seu trabalho é sua marca

Desconheço a autoria da mensagem abaixo, que recebi por e-mail. É um dos poucos textos realmente interessantes dentre os que recebemos diariamente, por isso resolvi colocar aqui no blog.

O escritor Nicholas Pausin disse: “O que merece ser feito, merece ser bem feito”. Porém, o que vemos com freqüência é que a grande maioria das pessoas vive fazendo as coisas pela metade. As desculpas são sempre as mesmas: Não dei importância porque era uma coisa insignificante… Estava nas minhas horas de folga… Foi um favor que fiz… Essas são armadilhas que muita gente cai todos os dias executando projetos mal elaborados e mal executados… Mesmo que seja por cortesia. Quando você faz bem feito, o mercado fica de “olho em você”. Seu trabalho é sua “marca” e ela será a sua propaganda por muito tempo.

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Vamos procurar outra aplicação para o Excel

Quem usava o Excel para fazer cálculos, esqueça! Ele faz cálculos errados!

É verdade: abra o Excel 2007 e digite em uma célula qualquer: =65535/77,1. Qual o resultado? 100.000, certo? Agora faça o mesmo cálculo em uma calculadora. Qual o resultado? 850.

O bug foi citado na lista de discussão do Excel, e a Microsoft fez um post na lista reconhecendo a falha: isso acontece com outros cálculos, e não acontece só com operações de divisão ou multiplicação. Esse bug “se manifesta em muitos, mas não todos os cálculos do Excel que tragam o resultado 65.535.  Testes adicionais mostraram resultados similares com o número 65.536 também”.

Tudo bem, não existe programa perfeito, todos têm algum bug, por menor que seja. Mas esse tipo de bug é um pouco pior. Imagine que você usa uma big planilha para controlar os custos da sua pequena empresa. Agora imagine que você se baseia nesses cálculos para tomar decisões …  é, isso poderia criar um “bug” na sua empresa …

Trocando seis por meia dúzia

Nos últimos tempos soubemos da briga que existiu entre os usuários de banda larga e a Telefonica, pois esta última obrigava seus usuários a contratarem um provedor de acesso. Depois de um tempo a Telefonica foi condenada a não exigir mais que seus usuários contratassem tal serviço.

E por isso mandou um e-mail para seus usuários informando que, “de acordo a decisão judicial não definitiva”, o acesso poderia ser feito através de um login da própria Telefonica, o que permitia a seus usuários cancelar o serviço do provedor.

Porém, alguns dias depois, ela mandou outro e-mail “com intuito de reforçar comunicado anteriormente encaminhado”, mas com uma pequena informação adicional: ao usar o login fornecido por eles, seria cobrada a taxa de R$ 8,70 pelo acesso …

Mas espere aí … a briga toda não era para que não fôssemos mais obrigados a pagar o provedor de acesso??? Tá certo que o valor é inferior ao cobrado pelos provedores, mas estaremos pagando pelo acesso do mesmo jeito! E além do mais, eles não têm nenhum conteúdo ou serviço exclusivo para oferecer. “Só” o acesso.

Ou seja, foi trocar seis por meia dúzia. Infelizmente, na maioria das vezes, a justiça brasileira é assim: a empresa perde o processo e ainda sai ganhando …

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Selecionando um item em um ComboBox no Flex

Uma funcionalidade que eu senti falta (e que causou muita dificuldade) quando comecei a programar em Flex foi no uso do ComboBox. Eu precisava selecionar um determinado item em uma lista baseado no seu label. Fiquei frustrado ao descobrir que a propriedade selectedLabel era read-only (somente leitura)! Seria a solução dos meus problemas.

Cheguei a encontrar artigos que propunham a criação de um novo componente, só para implementar essa funcionalidade. Obviamente, como estava começando, só tentei criar o tal componente, sem sucesso.

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Só não aprende quem não quer …

Hoje em dia, só não aprende quem não quer. Basta uma simples pesquisa no Google para começar a ter alguma noção sobre o que antes era desconhecido.

Quem não tem condições de pagar por um curso por aí, ou simplesmente não quer desembolsar para isso, pode recorrer ao Google ou achar outras alternativas. Sobre esse assunto, o Pedroso publicou em seu blog, de forma animada, que o Google pode ajudar a aprender praticamente qualquer coisa, chamando-o até de “FGG (Faculdade Gratuita Google)“.

Além disso, existem outros sites que disponibilizam conteúdos excelentes a custo zero – tudo o que você precisa fazer é se dedicar um pouco. Um exemplo que eu gosto muito é o curso de alemão da Deutsche Welle. Lá existem cursos online e gratuitos para quem quer aprender alemão no Brasil.

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Como instalar várias versões do IE

Quem programa para web, a menos que use tecnologias como o Flex, sabe o trabalho que dá desenhar um layout para as diversas versões disponíveis do famoso Internet Explorer, pelo fato de ele não obedecer os padrões como deveria.

O que acontece é que, como costumo dizer, você precisa fazer a mesma coisa pelo menos duas ou três vezes: você cria o layout usando o Firefox (que atenderá à maioria dos browsers não-MS) e depois parte para o CSS Hacking, onde é necessário mudar uma porção de coisas que o IE não entende direito.

A questão é que, na maioria das vezes, é necessário testar a aplicação em, pelo menos, duas versões do IE: 6 e 7. Isso porque são os mais usados, mas ainda tem gente usando o IE 5.x … aí vem a pergunta: como fazer para testar sua aplicação ou site em todas essas versões do famoso browser-queijo-suíço?

Uma alternativa interessante que um colega meu indicou há uns dias atrás foi o MultipleIEInstaller, que instala na máquina as versões 3, 4, 5 e 6 do IE. Nesse meio, tem também o IE 5.01 e 5.5.

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Parece um botão, mas não é

Esses dias vi um sistema de cadastro em um determinado site. Me chamou a atenção a forma como o sistema foi feito, pois era um sistema muito grande, e não tinha uma usabilidade muito boa.

Um exemplo que se destacou foram os botões. O cidadão fez um botão composto por um link sobre uma imagem. O problema era que, para se clicar no “botão”, não era possível clicar sobre qualquer ponto sobre ele, mas sobre o link.

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